Fase I da pesquisa cobrirá 14,8 mil km², abrangendo 21 blocos de exploração, a maioria em áreas não licitadas, com previsão de inclusão nas próximas rodadas de licitação
A TGS deu início, nesta sexta-feira (28/11), à pesquisa sísmica marítima 3D na Bacia Sedimentar de Pelotas, denominada Programa Pelotas Norte Fase I. A atividade está sendo conduzida a 96 quilômetros da costa do município de Laguna, em Santa Catarina, e se estende entre Florianópolis e Palmares do Sul, em profundidades superiores a 200 metros. A área de pesquisa recebeu licenciamento do Ibama em outubro e possui autorização para execução da Marinha do Brasil e da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
A Fase I do programa cobrirá uma extensão de 14,8 mil km², distribuídos em 21 blocos de exploração. A maior parte desses blocos se localiza em áreas ainda não licitadas, que deverão ser incluídas nas futuras rodadas de licitação.
João Correa, country manager da TGS no Brasil, ressalta a importância da pesquisa:
“A atividade de exploração na Bacia de Pelotas Norte está acelerando, com grandes companhias de petróleo aumentando sua presença e compromisso de investimentos exploratórios na área. A pesquisa multi-cliente Pelotas Norte Fase I expande significativamente nossa cobertura sísmica. Ao alavancar nossos recursos avançados de aquisição e experiência em imageamento, esta pesquisa ajudará nossos clientes a entender melhor as estruturas geológicas da bacia e a reduzir o risco das futuras atividades de exploração.”
A pesquisa está sendo realizada pelo navio sísmico Ramform Titan, que é acompanhado pelas embarcações de apoio Ocean Mermaid, C Itajaí e DRS Ipanema. A posição do navio e das embarcações de apoio é informada diariamente a colônias pesqueiras, federações e sindicatos de pescadores da região.
O executivo informa que, após o anúncio de duas grandes pesquisas multi-cliente na Margem Equatorial no início do 3º trimestre, a inclusão de Pelotas Norte Fase I eleva para três o número de embarcações da classe Ramform (Ramforms Titan, Atlas e Tethys) que estarão operando offshore no Brasil pelo restante deste ano e no próximo.
